Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Góticas

 

Filipa – Pois, talvez! Isso é o que vais ter que descobrir. Joana – Hmm, temos festa.

Elas voltaram à troca das peças de roupas e Filipa saiu outra vez dos vestiários para ir buscar outras peças para a Joana experimentar, antes de sair disse ao ouvido (estou sem cuecas e estou toda molhada, só de olhar para ti e ver-te com as saias e só com a lingerie, agora estou a ficar cheia de tesão, estás-me a deixar em brasa miúda, nunca pensei). A Joana ao ouvir isto deixa a Filipa virar-se de costas e passa-lhe com dois dedos entre o rabo e ao sentir aqueles dedos deixa sair um gemido, mas continua o caminho e vira-se e pisca-lhe o olho e antes de fingir ir à roupa vai à porta e fecha-a à chave. Era suposto ter ido buscar roupa, mas a cabeça dela não estava já na roupa, mas sim na miúda que lhe estava a dar a volta à cabeça. Quando fechou a porta à chave já estava a prever que podia acontecer alguma coisa entre elas. Quando ia caminho dos vestiários só pensava no que ia acontecer. Chegando ao local, depara-se com a Joana completamente nua e com os dedos nos mamilos. Joana – Olha não trouxeste as roupas, mas que se foda. – Filipa – Deixa lá isso. Hmmm, que apetecível que és. Foda-se assim deixas-me completamente doida e louca de desejo. Abraçaram-se com muita força, como se se já se conhecessem à muitos anos e aquele momento fosse um reencontro, e deram um grande e prolongado linguado. E enquanto partilhavam as suas línguas e se beijavam apaixonadamente a Joana deixou passear os seus dedos pelo corpo da sua amante, começando pelo pescoço, pelas costas, até se ouvirem alguns gemidos de prazer. A Filipa diz ao ouvindo sussurrando que nunca tinha vivido momentos como aqueles até então. Tive um namorado, mas nunca tinha tido as mesmas sensações, nem o mesmo prazer que estou a ter agora. – Oh miúda, és fantástica! Depois do pequeno sussurro a Filipa começa a beijar o corpo da miúda, e após alguns beijos e carícias nalgumas partes sensíveis decidiu abrandar para poder ainda desfrutar do momento e não queria que a garota se viesse logo, queria dar-lhe oportunidade de estarem as duas naquele momento carinhoso e de prazer mútuo em que as duas se desejavam loucamente e se uniam como alguma vez se tivessem unido. A Filipa começa num vaivém com a sua língua e a sua boca no corpo da sua gaja (pelo menos naquele momento de sedução, e amor e muita tesão) até começar a lamber a bichana da gaja e estar a sentir que não devia continuar nas suas investidas, como desejava que as duas se viessem ao mesmo tempo. A Joaninha sentia-se nas nuvens, já tinha tido algumas experiências, mas não tinham sido nada comparado com aquele momento. Tinham sido apenas curtes, simples fodas, nada que tivesse grande sentimento e que merecesse a pena relembrar, curtes sem valor. Mas naquela tarde e com ela, não era assim, pois tinha encontrado alguém disposto a dar prazer, carinho, amor e alguma pás, com jeitinho para não magoar.

A Joana começou a beijar o pescoço, enquanto passeava com os dedos para cima e para baixo, pela barriga e foi-lhe beijando do pescoço para baixo e passando com a língua pelas mamas, lambendo-as, apalpando e mordendo devagarinho e depois passou pela barriga passeando sempre com a língua e os dedos até chegar a uma das pernas, vindo um pouco rápido até ao final das pernas e subindo sempre aproveitando ao máximo com beijos e carícias aquele corpo, até chegar à virilha, insinuando que ia lamber a cona. Após a provocação na virilha e a insinuação de ataque à parte do corpo onde a mulher sente mais prazer, a Joana começa a fazer o mesmo na outra perna, beijando, lambendo, mordiscando, e a Filipa toda arrepiada ia soltando uns gritinhos. A Joana depois de subir até à virilha e provocá-la ainda mais, vem até às mamas beijando uma e depois outra e com a língua faz o caminho até chegar à virilha, passando pela barriga, brincando com o umbigo, passando pelo monte de Vénus e de seguida pelas virilhas, e finalmente começou a coninha, brincando com os lábios, introduziu devagarinho um dedo ao mesmo tempo que o polegar passava pelo clítoris e tirou, passou com os dedos por cima enquanto continuava a lamber, para que ficasse molhada e suficiente lubrificada com os preliminares, voltou a colocar o dedo, e um pouco depois enfiou outro enquanto lambia aquela deliciosa bichana, acabou por introduzir mais um dedo e durante alguns momentos lambeu-lhe e comeu-lhe com os dedos como nunca antes a tinham comido e a Filipa antes de se vir “vinga-se” na moça, ficam em posição 69 mas só a Filipa é que teve a trabalhar a língua e os dedos, e como a Joana já estava molhada, a Filipa pôs logo dois dedos e a enfiá-los com alguma rapidez, e começou a lamber também com muita rapidez e rapidamente enfiou o terceiro, depressa a Joana começou a gemer com mais força e estava perto então para que se viessem as duas ao mesmo tempo voltou a lamber e enfiou os três dedos também e uns segundos estavam as duas a ter grandes orgasmos, as duas gemeram tanto de prazer. Mas a Joana continuo-lhe a lamber e a enfiar os dedos, embora com menos intensidade. (Prende-lhe os braços para que não a fizesse parar por causa da intensidade do orgamo. Tirou os dedos e com a língua percorreu o caminho até ao cú, e muito devagarinho introduz um dedo, tira e começa a brincar com o dedo a língua e o cú, até ficar suficiente lubrificada para que pudesse enfiar o dedo sem que doesse. Virou-a de costas e começou-lhe a beijar o rabo e voltou a introduzir e beijar o cú, até a Filipa gozar de novo, e por fim passou duas vezes a língua na ratinha. A Filipa comentou que na próxima vez era a vez dela de comer o cú da chavala. Abraçaram-se, beijaram-se durante alguns minutos, apalparam-se por fim e comentaram entre si coisas maravilhosas: Filipa – Fazes maravilhas com a tua língua, e com os teus dedos. Que phoda tão boa. Joana – Oh, apenas me limitei a descobrir e a explorar o teu corpo na procura do prazer mútuo, e fiquei muito contente por ter conseguido isso e ter-te levado aos orgasmos, também fiquei muito satisfeita por ter tido a oportunidade de beijar o teu belíssimo corpo, e agora estar nos teus braços e ter o teu carinho. Beijaram-se pela última vez naquela tarde, naquele dia em que se conheceram, e prometeram uma à outra que se iriam voltar a ver e que iriam repetir a deliciosa experiência. Não trocaram dados, números de telefone, ou quaisquer outro tipo de contactos, a Filipa apenas a aparecer num concerto que ia dar dai a quinze dias. A Joana não prometeu que aparecia, para fazer surpresa, apenas disse que talvez aparecesse na loja ainda antes. Agradava-lhe também a ideia de não marcar nada e ser algo espontâneo. Assim ficou combinado, vestiu-se e disse que queria levar o top e a saia e perguntou quanto era. – Ah, não é nada, só por esta foda que me deste e por estes momentos deliciosos mereces isso e muito mais. – Só aceito se fizer uma sessão de fotografia para mostrar a roupa para que não fiques a perder. – Ok, está bem eu contacto um fotógrafo amigo e fazemos isso, e quando vieres cá falamos melhor sobre o assunto. Piscaram o olho, a Joana virou-se e foi-se embora. Ligou à melhor amiga para ir lá a casa, para lhe contar as boas novas, e que boas que eram. – Olha amor vai ter a minha casa que tenho umas coisas para te contar. – Se calhar é melhor vires para a minha que falamos mais à vontade, mas não me digas que aconteceu alguma coisa com a gaja! – Talvez, mas só te conto quando estiver ai contigo, até lá esperas que eu chegue ai que te fodes. Vais andar ai cheia de curiosidade, que é bom, ah ah ah. - Oh és má! – Não sou nada, logo vês! – Oh! – E a Joana desliga o telefone com um “amo-te” e muitos beijinhos!    

Como estava ansiosa por contar aqueles momentos, aqueles maravilhosos momentos, Joana nem quis passar primeiro por casa, quis ir logo directamente para casa da Vera, tamanha a vontade de contar o que se tinha passado naquela lojinha de roupa com aquela rapariga linda, a fazerem coisas fantásticas. Ligou para à mãe para lhe dizer que primeiro ia a casa da sua amiga e colega Vera – Olá Mãe, é só para lhe dizer que vou ali a casa da Vera, vou lá acabar de fazer os trabalhos de casa. – Está bem minha queria, tem é atenção às horas de jantar. – Ok, mãe, estou lá a horas de jantar. Beijinho mãe. – Beijinho filha.  

Em dez minutos chegou a casa da Vera e antes de lá chegar, mandou-lhe uma mensagem a avisar-lhe que estava mesmo a chegar a sua casa e que podia abrir a porta do prédio. Quando chegou, entrou e subiu as três escadinhas para chegar ao rés-do-chão, a Vera já lá estava à porta de casa à espera. Como não estava ninguém nas escadas deram um beijo na boca (ali mesmo à frente da porta), a Joana sem querer com a sua língua começou a procurar a língua da Vera para lhe dar um linguado. Vera deixa-se levar, mas o linguado não durou muitos segundos. Param o linguado, e Vera como ficou admirada, e surpreendida pergunta à Joana o porquê do linguado. – Amor, o que se passa contigo? Porque é que me deste o linguado? (Pergunta-lhe num tom semi-agressivo, nada convincente, e com uma cara de só não a come ali já porque é a melhor amiga e porque quer ouvir a história primeiro.) – Oh amor, isto é apenas uma forma de te começar a contar o que se passou hoje de tarde. – Sim, pois já percebi tudo sua maluca. – hmm? – Sim, pois sabes a coninha, e também vieste com a roupa assim um pouco desajeitada, ainda bem que não foste a casa. Mas agora vamos é para dentro de casa, para o meu quarto. – Ah, pois é, és lésbica, já namoras-te, já fizeste sexo oral.

Entraram em casa e foram direitinhas para o quarto, sentaram-se na cama, junto à almofada e Vera começa por lhe dizer. – Ah sua malandra, tu querias era contar-me um caso de saias, que bela aventura deve ter sido, malandra. – Sim minha querida, e foi mesmo bom. Mas lembras-te como começas-te o teu namoro com a tua antiga namorada? Como conseguis-te que corresse tudo bem durante o tempo em que namoras-te? Como posso fazer para não estragar tudo?

Joana sempre a disparar durante aqueles minutos aquela insegurança toda, e Vera ia tentando falar, mas Joana não deixava. Até que por fim, parou, descarregou todos aqueles medos, receios.

- Oh, não precisas de ter esse medo todo, nem de estares tão insegura, apenas  tens de ser tu própria, correcta, amiga, honesta, carinhosa, de não teres medo, e acima de tudo leva as coisas com calma e não vás já amanhã a correr ter com a gaja. Joana agradeceu todo o carinho e as duas abraçaram-se, num gesto doce e carinhoso. E ficaram assim durante algum tempo, a sentirem o corpo uma da outra, e a sua ternura. Depois do grande, e carinhoso abraço que deram, fizeram umas festinhas uma à outra, e ambas agradeceram-se mutuamente pelo enorme carinho e amizade. A seguir Vera deitou-se e Joana deitou a cabeça no colo da Vera, ficaram ali assim alguns minutos, enquanto a Joana contava aqueles momentos dessa mesma tarde, Vera dava festinhas na cara da Joana.

Joana – É por isso que gosto imenso de ti. – Também gosto imenso de ti por seres uma querida e confiares em mim, e mais uma vez demonstras-te isso ao teres vindo aqui contar um momento especial para ti, e algo da tua privacidade, e do teu foro íntimo.

Vera dá um beijinho na testa da Joana e outro na face, e ficaram as duas em silêncio e com as faces rosadas por estarem coradas de vergonha e terem ficado bastante agradadas com o que tinham dito uma à outra. Depois daqueles segundos de silêncio Joana continua a contar a aventura passada na loja, e os momentos fantásticos que teve lá com a dona da loja. Mas Joana para contar os pormenores da aventura sexual disse que queria que fossem experimentar as roupas que trouxera da loja. Iam experimentar as duas pois as medidas do corpo da Vera eram quase iguais, e Joana começou por dizer.

- Verinha minha querida vamos lá experimentar as roupinhas que eu comprei? É que gostava que me visses com a roupa para dares opinião, e gostava que experimentasses, porque também gostava de te ver com ela vestida, deves ficar muito sexy com as roupas. – Sim, sim, vamos lá meu amor, mas deixa-me só ir à casa de banho primeiro, fazer as necessidades, lavar-me e arranjar o cabelo e dar um toque na roupa.

 - E quando se estava a arranjar Joana entra na casa de banho, e com uma mão apalpa o rabo da Vera e dá-lhe um beijo no canto da boca, e aproveita vai-se arranjar também, fazer as respectivas necessidades, lavar a menina e enquanto a Joana ficou na casa de banho a acabar de se arranjar, Vera foi ver as compras que a amiga tinha feito à umas horas na loja, tirou as roupas do saco e começou a ver como ficavam. Começou pelo top, passou para a mini-saia e quando estava a ver a mini-saia, a Joana aparece de repente e sussurra-lhe ao ouvido: - Com essas roupas vestidas, ficarás muito sexy e muitos homens e muitas mulheres ficarão babados só de olhar para ti. – Oh assim deixas-me toda derretida. Obrigada amor, és tão querida, tão amorosa.

Joana ficou sem resposta e as duas ficaram coradas de novo, e Joana diz após vários segundos de silêncio e atrapalhação, pelas palavras meigas e carinhosas.

- Vamos lá então experimentar as roupinhas, mas antes disso deixa-me abraçar-te e beijar-te de novo, que eu estou a amar este momento contigo e seria lindo se nos beijássemos agora, não como namoradas, mas como lindas amigas, que estão a passar um momento muito bonito e amoroso e que querem partilhar momentos lindos.

Vera nem a deixou dizer mais nada e beijou-lhe, beijou aqueles lábios doces, e sentiu aquela língua marota. Beijaram-se durante alguns minutos, vários minutos, e ambas estavam a amar sentir a língua uma da outra. Foi um linguado mesmo maravilhoso para ambas.

Joana antes de começar a passear as mãos pelo corpo de Vera disse-lhe que tinha conquistado aquele momento com a Filipa através dos toques, e troca de roupa. Mas naquele momento elas estavam a ter algo muito especial, e muito diferente do que a Joana tinha vivido na loja, que tinha sido algo carnal e que as duas tinham aproveitado um momento em que as duas queriam experimentar e queriam curtir, e ter sexo, mas aquele momento era de amor, carinho. E Vera acabou por perguntar como tinha sido o ponto chave para aquela curte.

- Amor, como é que conseguis-te mesmo, não foram só apenas pequenos toques? – Não minha linda, enquanto ia vestindo ia-lhe pedindo para que me ajudasse a vestir os corpetes, os tops, a fechar os fechos, e toques aqui e ali, e aos poucos acabámos por nos seduzirmos uma á outra. Foi assim que se acendeu a chama naquela loja, nos vestiários e onde acabámos por fazer sexo.

Enquanto a Joana estava a terminar de confessar como tinha acontecido aquela hora de sexo com a dona da loja, retirava as mãos das costas com que estava a abraçar e começa a percorrer a corpo com os seus dedos macios, e a passar a sua doçura através dos seus dedos. Vera começa a sentir arrepios, e começa também a passear os dedos pelo corpo de Joana, mas pergunta à Joana: - Queres mesmo fazer isto? – Quero, mas depois se acontecer mais alguma vez, temos de ter cuidado, para não comprometermos a nossa relação de amizade.

Vera não deixou a Joana dizer mais nada, meteu-lhe um dedo à frente da boca e beijou-a de novo.  

      

      

publicado por provoca-me às 02:00
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