Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011

Um Passeio por Viseu

Ela pensou, (deixa-me lá redimir e antes que me foda e me mande embora, mais vai-lhe um grande broche de bónus, e talvez uma queca, se lhe apetecer. Mas não, naquele momento, apetecia-lhe apenas sentir aquele pedaço de carne rijo, e quente nas mãos e na boca. Sentir que lhe estava a dar sensações de prazer enormes, que apesar do Zé estar pior que fodido com ela, jamais poderia conter aquela tesão e excitação ao estar a senti-la (mexer ou tocar-lhe), de o tocar devagarinho com as mãos para cima e para baixo, de lhe chupar primeiro a cabecinha, depois percorrer todo aquele pénis rijo e pujante em que ela se divertia ora chupando, ora passando e passeando com os dedos ao de leve percorrendo todo aquele pénis, passando pelos tomates. Nalguns momentos em que o chupava, masturbava-o também tanto com rapidez como mais devagarinho. Nos momentos em que não estava a abocanhar aquele caralho lindo que tanto lhe estava a fazer ficar louca de tanto prazer e excitação, cuspia-lhe o pénis, e depois passava com a mão e com a boca. De repente pára de lhe chupar o pau grosso e começa a beijar-lhe a barriga, o peito, os mamilos, o pescoço, as orelhas e depois começa a beijar-lhe a face e por fim os lábios, ele ainda teimou em não querer dar-lhe o linguado, ainda desviou duas vezes, mas ela continuou a insistir e ele lá por fim cede ao desejo da sua amante daquele momento. Durante mais de meio minuto partilham as suas línguas num linguado. Depois do linguado volta de novo a beijar-lhe as orelhas, passa pelos pescoço, ora beijando, ora passando só com a língua, por vezes mordendo, vai descendo até aos mamilos, à barriga, passa o umbigo e vai beijando, beijando até chegar à picha, e masturbá-o durante uns dez segundos e passa com a língua na cabecinha e pára de novo, desta vez começa a tirar as suas próprias calças de ganga e as cuequinhas pretas de renda, dobrou e colocou no sofá com muito jeitinho, e começou com os dedos a masturbar aquela coninha já molhada. Provoca-o com carícias, mimos, beijos até ver que tinha parado o tempo necessário e que já podia voltar ao broche, ao prazeroso broche. Enquanto se masturba volta de novo a chupar aquele magnífico caralho. Mas desta vez começa a chupá-lo e a masturbá-lo com mais rapidez, ao mesmo tempo colocou dois dedos na cona e começou a enfiá-los depressa. Uns momentos depois enfia o terceiro dedo. Enquanto repartia o momento com a rapidez com que chupava e lhe batia a punheta, enfiava os dedos naquela cona toda molhada prontinha a vir-se. Mas vieram-se os dois ao mesmo tempo. Abraçaram-se, ela pediu desculpas, ficaram em silêncio um com o outro o resto do dia, não trocaram nem mais uma palavra.

 

 

Como não passei tudo o que escrevi da história das Góticas (prequiça), publico mais um bocadinho desta históra. Espero que gostem, e aproveitem a vida, façam sexo e amor, e usem preservativo.

publicado por provoca-me às 13:37
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