Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Continuação da História Um Passeio Por Viseu

Tomaram banho para relaxar, depois de terem tido aqueles longos minutos de sexo, de longo prazer, ficaram a beijar-se durante os minutos de relaxe. Foram jantar, no restaurante do Parque de Campismo, não era grande merda, mas para o que era servia, pediram uma garrafinha de vinho da região, e como não estava lá mais ninguém pediram para por umas velas na mesa e desligar algumas luzes para ficar mais intimo. Depois do jantar romântico, ou pseudo-romântico. Decidiram dar uma volta junto ao rio, deram uns linguados, uns agarranços, uns apalpanços, conversaram um pouco e foram-se deitar para a tenda pois estavam cansados, tinha sido um dia em grande. Mal se deitaram adormeceram logo, o conas passado umas horas acordou todo atarantado e com uma puta duma tesão, tinha estado a sonhar que estavam a ver um filme porno e acordam os dois e acabam a foder. Ele como estava super-excitado, começa por lhe beijar o pescoço, enquanto passava com os dedos pelas costas, sobe até à nuca, com esta investida, ela acorda, mas acorda toda molhada, sorri pois ele estava a provocá-la e a excitá-la, mas começa-se a aperceber que o medricas estava a perder a pica toda, por ter medo da reacção dela, mas a reacção dela não era de desaprovação, mas sim de aprovação, mas ele tinha medo na mesma, “Porque é que paras-te, foda-se?!”, “Começas-te, agora continuas, deixa de ser coninhas, caralho”. O Zézinho não esboçou qualquer palavra, apenas ficou surpreso. Apesar de lhe ter agradado a ideia de poder continuar com a investida o Zézinho já não a procurou com a mesma intensidade e a mesma excitação. Ia-lhe roubando uns beijos, ia percorrendo o corpo com carícias, com o dedo fazendo vaivém para cima e para baixo para ela ficar arrepiada e senti-la excitada, mas apesar destas investidas, e da procura da excitação dela, ela foi-se apercebendo cada vez mais que a força toda dos preliminares que ele a acordou se tinham desvanecido porque ele tinha medo da aventura, medo de arriscar, ainda assim continuou com os preliminares e a seguir com o sexo, com os beijos no pescoço, a vir até às mamas, trincar-lhe os mamilos ao de leve, passou com a língua e os dedos ao de leve na barriga, passou pelas coxas, pela virilha, e voltando atrás até à barriga. Tentando sempre dar mais prazer, mas o cabrão estava nervoso e apesar de a estar a beijar nos pontos sensíveis ela notava que ele estava tenso. A Xana passou-se e disse “Foda-se dá cá já a piça e acabamos já com isto, para ver se dormes e reflectes na tua cobardia, na merda das tuas mariquices”, ela agarra-lhe o caralho, e começa-lhe a chupar com rapidez, enquanto lhe fazia um vaivém com a mão, batendo-lhe uma bela punheta. O gajo esporrou-se todo e virou a cara para o lado de vergonha. Mas ela não se deixou ficar, – Hey oh mariquinhas olha para mim caralho! Viste seu conas é preciso mexeres-te, é preciso fazeres as coisas sem medos, com tesão mas sem medos caralho! É preciso que tenhas tomates para seguir em frente na hora H!

publicado por provoca-me às 14:19
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